O plantio do trigo em 2026 começa, e com ele começa também a disputa pela produtividade. Ainda na semente, antes de qualquer folha emergir, a lavoura já está sujeita a pressão de pragas que podem comprometer o estande e limitar o potencial produtivo de toda a safra.  

Porém esse próximo ciclo não abre espaços para erros no manejo fitossanitário da lavoura. O produtor enfrentará um cenário desafiador, já que as projeções da Conab apontam para a menor safra dos últimos 5 anos

Mas é possível atravessar esse cenário com mais segurança e proteção, estabelecendo a primeira e mais importante linha de defesa para proteger o potencial produtivo do trigo: o tratamento de sementes de trigo. 

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Uma safra que exige mais de cada hectare 

9º Levantamento da Conab, divulgado em junho de 2026, coloca o produtor de trigo diante de um cenário desafiador: área plantada e produtividade em retração em relação ao volume colhido em 2024/25.  

A atual safra de trigo é considera a menor dos últimos 5 anos, projetada em 6,29 milhões de toneladas, uma queda de 20% em relação ao ciclo anterior. 

Projeções da Conab da área, produtividade e produção de trigo.

O que esse cenário deixa claro é que, em uma safra com menos área, cada hectare carrega mais responsabilidade. E quando a produtividade média já vem pressionada para baixo, qualquer perda no estabelecimento inicial da lavoura pode comprometer ainda mais os resultados da safra. 

O momento mais crítico: quando o potencial produtivo é construído 

estabelecimento inicial do trigo é a janela sensível. Uma falha aqui raramente é recuperada nas depois, porque é nela que é consolidado o estande e toda a base da arquitetura das plantas que vão sustentar a produção da lavoura. 

É também nesse momento que a lavoura está mais vulnerável. As plântulas de trigo recém-emergidas dispõem de poucos recursos para compensar o ataque de pragas, que podem eliminar as plantas antes mesmo que o produtor perceba a infestação. 

As pragas iniciais do trigo são um grande desafio 

As pragas iniciais do trigo oferecem um grande risco para a cultura. Cada uma age de forma diferente, mas todas têm em comum um ponto: atacam quando a lavoura ainda está no seu momento mais sensível. 

Fileiras de plântulas de trigo recém-emergidas do solo recebendo a luz do sol.

Coró-das-pastagens (Diloboderus abderus

Assim que a semente é colocada no solo, ela começa a enfrentar a sua primeira grande ameaça: o coró-das-pastagens. Ele é uma praga de solo que atua de forma silenciosa e altamente destrutiva.  

Suas larvas, alimentam-se diretamente das raízes e das sementes em germinação. Um único coró tem com capacidade de atacar até duas plântulas de trigo por semana, sendo que os prejuízos econômicos significativos começam com infestações a partir de 5 corós por metro quadrado, conforme indica a Embrapa

Em sistemas de plantio direto, no qual o solo não é revolvido, a proteção via tratamento de sementes é a medida de controle mais eficiente para reduzir o impacto dessa praga no estabelecimento do trigo. 

Pulgão-verde-dos-cereais (Schizaphis graminum

Assim que as plântulas de trigo emergem, elas passam a conviver com outras ameaça: o pulgão-verde-dos-cereais. Ele é a espécie de afídeo com maior potencial de dano nas fases iniciais do trigo. Sua migração para a lavoura ocorre logo após a emergência, justamente quando as plantas são mais vulneráveis. 
 
Além do dano direto por sucção de seiva, que causa manchas cloróticas e morte de plântulas, essa espécie apresenta saliva tóxica que potencializa os danos aos tecidos e ainda é vetora de diversas doenças

Colônia do pulgão-verde-dos-cereais (Schizaphis graminum) em folha.

Percevejo barriga-verde (Dichelops melacanthus) 

Além do pulgão-verde-dos-cereais, outra ameaça ao estabelecimento do trigo é percevejo barriga-verde. Frequentemente encontrado em lavouras de milho e soja, ele migra para o trigo recém-emergido em busca de alimento e compromete o desenvolvimento das plântulas recém emergidas. 

Tratamento de sementes no trigo: a decisão que antecipa a proteção 

Diante das pragas que ameaçam o estabelecimento da lavoura, a lógica de manejo é clara: esperar para reagir significa chegar tarde. O tratamento de sementes posiciona a proteção antes do problema, cobrindo o período mais sensível do ciclo desde a germinação até o início do perfilhamento, quando as plântulas ainda não têm recursos para compensar perdas. 

Mas não basta tratar. A eficácia do tratamento depende da tecnologia por trás dele, e é aqui que a escolha do produto faz toda a diferença para o resultado no campo. 

A família CRUISER®: tradição que começa na semente 

Com décadas de presença no campo brasileiro, a família CRUISER® da Syngenta se consolidou como referência entre produtores por uma razão objetiva: entrega proteção consistente no momento em que a lavoura mais precisa, da germinação até o estabelecimento

Proteção essa que vem da combinação de tecnologias inovadoras com inseticidas de alta eficácia. E para o trigo, a referência em tratamento de sementes é CRUISER® OPTI. 

CRUISER® OPTI: protege a semente e defende o estande 

Banner do inseticida para tratamento de sementes do trigo CRUISER OPTI, indicado para proteção contra pragas como coró-das-pastagens, o pulgão-verde-dos-cereais e o percevejo barriga-verde. A imagem destaca as diferentes fases de desenvolvimento do trigo, destacando as suas assinaturas "O QUE ERA BOM, AGORA FICOU OPTI.", "Combinação de duas moléculas: protege a semente e defende o estande." e "Com a proteção desde a semente, seu trigo vai se tornar o herói da lavoura." e os benefícios de CRUISER OPTI para trigo: Maior defesa contra as pragas iniciais, sem danos à germinação e efeito bioativador aumenta a produtividade e o vigor.

Entre as soluções da família, CRUISER® OPTI se destaca pela sua performance no tratamento de sementes do trigo. Ele oferecer maior defesa contra as pragas iniciais do trigo sem danos à germinação, preservando o vigor das sementes tratadas e a qualidade do estande desde a emergência. 

Formulado com tiametoxam (neonicotinoide) e lambda-cialotrina (piretroide), CRUISER® OPTI é um inseticida sistêmico e seletivo ao trigo, que protege a semente de trigo contra as principais ameaças iniciais, incluindo o coró-das-pastagens, o pulgão-verde-dos-cereais e o percevejo barriga-verde. 

Essa combinação de duas moléculas é o coração CRUISER® OPTI e que explica sua eficácia: enquanto o tiametoxam age de forma sistêmica, protegendo a plântula de dentro para fora, a lambda-cialotrina atua por contato, criando uma barreira adicional contra pragas que chegam à superfície da semente ou das raízes. 

Essa proteção direta na semente contribui para uma emergência mais uniforme e vigorosa, além de reduzir perdas causadas por pragas que, se não controladas, comprometem o estande e a produtividade da lavoura.   

Além disso, CRUISER® OPTI entrega mais do que apenas proteção. Seu efeito bioativador contribui para um melhor desenvolvimento inicial do trigo, entregando para o produtor mais vigor no início da safra e mais produtividade ao final dela. 

Quem protege a semente, protege a safra 

Nessa próxima safra de trigo, cada planta que emerge saudável, cada raiz que se desenvolve sem interferência de pragas e cada estande que se estabelece de forma uniforme representa produtividade que se mantém intacta. 

É nesse ponto de partida que o tratamento de sementes com CRUISER® OPTI faz a diferença: posicionando a proteção da lavoura desde o início da safra. 

Essa é a essência da família CRUISER®: proteção confiável, lavoura mais protegida e produtividade desde o início. Quem usa, sabe. Quem confia, continua usando. 

A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável. 

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